sábado, 31 de julho de 2010

Bons exemplos





































Falando um pouco mais sobre pegação

De acordo com algunstextos e pesquisas feitas na internet cheguei a conclusão que "pegação" é um termo associado geralmente à prática sexual anônima entre gays, com consentimento de ambas as partes, em lugares públicos.
Os pontos mais comuns são banheiros de Metrô, rodoviárias, cinemas, shopping center, parques, praças, praias vazias, saunas e clubes de sexo.
Acredita-se que os gays foram “conduzidos” pela sociedade e pelo preconceito aos banheiros e parques públicos. Por outro lado, devemos ter gostado e ficando por lá. E depois de tantas décadas, seja impossível acabar com a "pegação".
Nas capitais brasileiras a "pegação" está muito vigiada e a polícia dá em cima, mas correr riscos algumas vezes nos liberta (adrenalina as vezes excita).
No meus tempos de pegação, era uma adrenalina, um frenesi e a curiosidade de conhecer um parceiro. A cabeça ficava uma sensação de prazer incontrolável pelo novo e pelo desconhecido. A gente cresce, envelhece e esquece dessas coisas maravilhosas.
A "pegação" é uma forma de assimilação ao mundo gay e aos seus códigos de conduta. Todos nos sabemos que de alguma forma ja passamos por situações parecidas e isso nos formou, gay e socialmente.
Em cidades como Londres, é comum encontrar caixas com camisinhas e lubrificante fixados nas árvores em repostas por ONGs que defendem a livre expressão sexual.
No Brasil, ocorre em lugares como o Parque Ibirapuera em São Paulo, o Taquaral em Campinas, o Parque Moinhos de Vento e Parque Farroupilha em Porto Alegre. A prática durante a noite é comum e bem difundida entre os gays. Também nas trilhas da Praia do Pinho, Praia Mole e Galheta em Santa Catarina e Leblon no Rio de Janeiro, locais que tornaram-se referências ate mesmo internacionais da prática.
Na Holanda a pegação é legalizada em parques. No ano passado, vereadores da capital holandesa aprovaram a lei que garante sexo no parque Vondelpark, um dos mais visitados da capital. A única observação da lei é que os pegadores não poderiam fazer sexo durante o dia. Além disso, têm que recolher as camisinhas e outros objetos após o uso.
Com as tecnologias hoje tem pegação até via Bluetooth – basta ligar o telefone celular em locais com grande movimentação de pessoas e aceitar arquivos com imagens de nus masculinos e apelidos muito sugestivos para encontros rápidos – logo falaremos sobre este assunto no blog.
A internet facilitou e domina a lista de possibilidades para quem quer ter um encontro rápido (real ou virtual) com alguém.
Por outro lado o codigo penal brasileiro preve punição de tres a um ano de detenção ou multa para quem pratica ato obsceno. Porem nao se explica nem se determina quais são estes atos obscenos.
Essa tão antiga e danada "pegação" vem de tempos antigos, se modernizou e continua em evidência. Os encontros rápidos que eram reais agora também podem se virtuais e o virtual se misturou à realidade dos gays e transformou aquilo que eu chamo de “correr riscos por prazer” em “ter prazer com menos riscos”….e a vida continua linda e temos que aproveita-la, principalmente com os amigos e com aqueles que valem a pena pelo visual e pela conquista!!

Abraços a todos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010